Edições anteriores

SiEM 2015 (V Edição)

GUIA DE ESTUDOS SiEM 2015

A quinta edição do SiEM ocorreu no dia 24 de abril de 2015. Nessa oportunidade, foram debatidos os temas da Anexação da Crimeia à Rússia e o Grupo Estado Islâmico (ISIS), na Organização das Nações Unidas (ONU); o processo de Adesão da Turquia à União Europeia, no Conselho da União Europeia; e as Bases Militares estadunidenses na Colômbia, na UNASUL.

 

SiEM 2014 (IV Edição)

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GUIA DE ESTUDOS SIEM 2014

MODELO DE POSITION PAPER

MODELO DE RESOLUÇÃO 1

MODELO DE RESOLUÇÃO 2

GUIA DA SIMULAÇÃO: REGRAS E FUNCIONAMENTO

Na quarta edição do evento, o SiEM contou com a presença de 14 escolas, as quais debateram sobre temas de grande relevância para a comunidade internacional. Esses temas foram abordados tanto em simulações de reuniões da ONU, como também da União Europeia. Procuramos abranger questões que envolvem diferentes regiões do globo e que tratam de temas fundamentais para a vida em comunidade, são eles: a liberdade de expressão e de religião, a legitimidade de um governo no poder, a proteção dos direitos básicos do indivíduo, entre outras.

SiEM 2013 (III Edição)

GUIA DE ESTUDOS DO SIEM 2013

MODELO DE POSITION PAPER

MODELO DE RESOLUÇÃO 1

MODELO DE RESOLUÇÃO 2

GUIA DA SIMULAÇÃO: REGRAS E FUNCIONAMENTO

A terceira Simulação de Organizações Internacionais para Ensino Médio ocorrerá na UFSC no dia 4 de maio de 2013. O foco do novo projeto será a Organização das Nações Unidas, abarcando temas que serão amplamente discutidos pelos alunos de ensino médio da Grande Florianópolis em direitos humanos, conflitos internacionais e civis. O palco das simulações será o Centro de Cultura e Eventos, com capacidade para todos os participantes e expectadores. No dia 4 de maio os alunos secundaristas terão a oportunidade de representar diversos países, na figura de Embaixadores, Chefes de Estado e Presidentes.

A primeira reunião será no âmbito da Assembleia Geral das Nações Unidas, cujo encontro focará em dois temas: A intervenção internacional  na Síria e o Reconhecimento de Tawian como Estado independente nos âmbitos da ONU.

A segunda reunião, que correrá paralelamente à Assembleia Geral, será o Conselho de Segurança das Nações Unidas. O tema deste ano terá como foco os direitos humanos, em discutindo o caso da mulher iraniana Sakineh Ashtiani, situação que, em 2010, mobilizou a fundo a comunidade internacional devido à sua pena capital por apedrejamento após um julgamento por suposto adultério e assassinato.

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SiEM 2012 (II Edição)

BAIXE AQUI O GUIA DE ESTUDOS DO SiEM 2012

A segunda Simulação de Organizações Internacionais para Ensino Médio ocorrerá na UFSC nos dias 14 e 15 de abril de 2012. O foco do novo projeto será a simulação da COP15 – que aconteceu em dezembro de 2009 na Dinamarca – portanto, a questão das mudanças climáticas e redução de emissões de CO2 serão amplamente discutidas pelos alunos secundaristas. O palco das simulações, repetindo o sucesso da primeira edição, será o Auditório da Reitoria – com capacidade para mais de 200 espectadores. Nos dois dias do evento os alunos secundaristas terão a oportunidade de representar diversos países, na figura de Embaixadores, Chefes de Estado, Presidentes etc. Um segundo tema, não menos importante, decorre das sanções impostas (Conselho de Segurança das Nações Unidas) à Líbia. O projeto foca três importantes reuniões, a dizer, COP15, Assembleia Geral das Nações Unidas e o Conselho de Segurança das Nações Unidas. No período da tarde o Conselho de Segurança se destacou. O tema debatido foi à questão nuclear iraniana – temas de importante relevância na agenda das Nações Unidas.   

O que foi a COP15?

A conferência das partes realizada pela UNFCCC (sigla para Convenção-Quadro das Nações Unidas Sobre mudança do Clima) estava repleta de boas expectativas, tanto por parte dos governos como pelas Organizações de todo o planeta. Todos interessados em achar soluções para o aquecimento global e, consequentemente, à sobrevivência da espécie humana.

O aquecimento global tem causado impactos em todas as partes do mundo, portanto é consenso entre especialistas e políticos de que ações com intuito de redução de Co2 devam ser rapidamente implantadas e novas fontes de energia limpa serem adotadas pelos países. As discussões em torno da diminuição da poluição mundial e as fontes dessas energias renováveis foram colocadas em pauta na COP15 e amplamente discutidas pelos principais líderes mundiais.

Dentro desse contexto, inclui-se a importante participação de Organizações não Governamentais que pressionaram os seus governos nacionais para uma solução multilateral.

SiEM 2011  (I Edição)

Vídeo de apresentação do I SiEM

Baixe os Guias de Estudo do SiEM 2011 (em PDF)

-> Veja as fotos do SiEM 2011 na página do Facebook e do Colégio Imaculada .

Abaixo, partes de um feedback sobre o Projeto SIEM UFSC, enviado pelo Professor Luari, responsável pelo Colégio Autonomia.

“Gostaria de fazer uma avaliação oficial do projeto de relações internacionais que ocorreu neste último domingo pela sua instituição de ensino superior. Se por um lado, no período que antecedeu o dia da reunião da ONU, encontramos várias dificuldades por conta dos prazos reduzidos para organizar os alunos, os textos, os referenciais teóricos dos países, etc., por outro não poderia deixar de salientar que todas as atividades do sábado, transcorreram na mais perfeita execução.

Não identificamos nenhum problema. Nada. Simplesmente perfeito.

Os alunos foram muito bem recebidos, tratados, valorizados por uma organização que os elevou de Educandos de Ensino Médio a diplomatas experientes e com preponderante papel no cenário internacional.

Todo o teatro montado fez com que os alunos encorporassem a função de diplomatas. A marcação do tempo. As regras. As votações. Seus nomes pronto em um crachá. O nome do seus países com seus lugares reservados, tudo favoreceu para que eles encarnassem o personagem.

O mais otimista dos otimistas não esperaria um dia tão perfeito.

O resultado de tanto empenho e preparação refletiu-se na postura dos educandos que ficaram até o último minuto de cada reunião motivados, propondo, votando, contrapondo, revoltando-se, atuando para construir uma alternativa diplomática para as questões discutidas.

Não houve esvaziamento das reuniões na parte da tarde e eu saí da reunião final da Assembléia Geral da ONU por volta das 6:00 h. De quebra, nesta reunião, vimos uma maiúscula vitória da Diplomata venezuelana (Olívia – Autonomia) sobre os Estados Unidos na questão iraniana pelo placar de 20 a 2 (+2 abstenções), com uma correria para fazer uma série de alianças que partiu da referida aluna com objetivo firme e perspicaz de vencer a votação.

Um dado que chamou atenção é que no decorrer do dia, os diplomatas foram transformando suas posições, pois iniciaram com o posicionamento real de seus países, mas deixaram seus referenciais éticos e morais assumir o comando de suas decisões na parte da tarde.

Isto refletiu-se na vitória da Venezuela sobre os Estados Unidos no Assembléia Geral.

As propostas eram as seguintes:

1- Estados Unidos – Sanções imediatas ao Irã pelo seu projeto energético.
2- França – Inspeções regulares ao Irã por parte da AIEA, que segundo eles era neutra.
3- Venezuela – Com base na parcialidade dos relatórios do Iraque (manipulados pela Inglaterra), a aluna articulou com o Uruguai e o Irã a seguinte resolução: Criação de uma comissão permanente de inspeção ao Irã por parte dos seguintes países:
VENEZUELA – Por ser a favor do projeto iraniano;
EUA – Por ser contra (aqui a diplomata Olívia sacou que a inclusão dos Estados Unidos seria o elemento que cooptaria a maior parte de sua base de alianças);
URUGUAI – Pela histórica postura de neutralidade em questões internacionais;
EGITO – Pelo peso que tem junto ao mundo árabe.

Antes de colocar a proposta, a aluna correu para conversar com o delegado iraniano para saber se ele bancaria a permissão das inspeções, caso fosse aprovada.

Voltou radiante como se tivesse feito um gol e me disse que ganhou as garantias diplomáticas do delegado iraniano para tal.

Foi procurada pelo delegado japonês que afirmou que só votaria na resolução se ele, por representar um país com vasta experiência em questões nucleares, fosse incluído no grupo. Me preguntou o que eu achava. Devolvi a pergunta: – Acho que o Japão pode conseguir mais aliados, respondeu. Então faz a aliança, repliquei.

Foi procurada pelo delegado austríaco, também com a mesma argumentação. Me perguntou. Fiz o mesmo, devolvendo a pergunta. A Áustria representaria a neutralidade, já ocupada pelo Uruguai, afirmou. Não vou romper com o Uruguai que me cedeu o tempo para explicar tudo isto. Então, perguntei o que ela ia fazer.

Não aceito a Áustria, pois pode pesar para o lado europeu como a Inglaterra na questão iraniana.

E assim foi feito.

Resultado.

EUA e suas sanções – 8 contra, 8 favor e 8 abstenções.

FRANÇA  e a inspeção da AIEA – Não recordo o placar, mas foi mais abstenções que a favor.

VENEZUELA e sua comissão alternativa com inclusão estratégica dos EUA, URU, EGI e JAP – 2 contra, 2 abstenções e incrível 20 votos a favor (incluindo o voto dos Estados Unidos).

Enfim, que aula de articulação, diplomacia, coerência.

Nós professores e os alunos das R.I. nos olhávamos enquanto tudo isso acontecia e ríamos discretamente pelo destaque da aluna e a coerência de sua proposta de resolução.

Gostaria também de ressaltar que todas as escolas se saíram muito bem, com destaque para as delegações seguintes delegações:

Venezuela – Capacidade de articulação;
Irã – Pela capacidade de se defender das acusações e revertê-las, ressaltando as contradições do discurso de acusação ao seu país;
Egito – postura em defesa do mundo árabe com muita eloquência;
Uruguai – porque se destacou em todas as reuniões de agências ou de blocos tendo uma participação ativa e constante contra a guerra e as sanções, propondo questões diplomáticas;
EUA – pela postura firme durante todo o dia, sem abandonar a difícil posição de ser atacado permanentemente e continuar atacando (diplomaticamente falando, é claro);

Para concluir, muito obrigado pela oportunidade de, em parceria, fazermos nossos educandos (todas escolas) adquirirem uma nova percepção do papel da diplomacia, da negociação, da articulação, da iniciativa, e de quebra discutir temas de vultuosa importância para o futuro da humanidade.

Vocês, com certeza, tinham seus objetivos enquanto instituição de ensino superior. Nós, com nossos objetivos de escola, como construir competências e habilidades importantes para a execução de cidadania nacional e mundial, alcançamos plenamente e, de quebra, qualificamos o debate sobre as questões contemporâneas em nossas turmas.

Muito obrigado a UFSC e todos os alunos e professores que nos possibilitaram uma a atividade mais produtiva do ponto de vista metodológico, didático e conceitual de minha carreira. É com este tipo de iniciativa que construímos um país com maior e melhor estrutura republicana, democrática e de direito.

Parabéns.

Este texto não é oficial da Escola Autonomia, mas de um dos vários profissionais envolvidos.
Professor Luari Dias Júnior
História – Escola Autonomia

 

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